sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

CHAPÉU, o acessório que não pode faltar para se proteger do sol!

Carnaval chegando! Folia, sol e não se esqueça: proteção!

Além do indispensável filtro solar, você pode optar pelo uso do chapéu, ficando fashion ao mesmo tempo que protege sua pele. Fica chique, charmoso, e dá uma proteção super extra.

Os chapéus, além de estrela da temporada, é um aliado e tanto para os bad days hair. Das passarelas para as ruas, o fato é que o chapéu tornou-se definitivamente a bola da vez - e você não pode passar este carnaval sem o seu.

Os clássicos panamá são da série “estou elegante e protegida” e ficam ótimos com vestidos e roupas leves. Pode apostar - é o acessório certo, que não tem como não ser um sucesso.

Os chapéus são conhecidos por marcar épocas na qual o cavalheirismo era essencial; as mulheres eram cortejadas de uma maneira bastante diferente do que conhecemos hoje. Os chapéus são acessórios que podem ser reaproveitados o tempo inteiro, para diferentes ocasiões.

Inicialmente, o chapéu foi criado coma intenção de proteger a cabeça, na Pré-história, das mudanças climáticas. O tempo passou e o item, antes mera proteção, virou indicação de hierarquia, função social e classe, uma série de fatores sociais que definiam os padrões da cultura da época.

No mundo moderno, a função social do chapéu foi esquecida e ele virou acessório. Por esse motivo, hoje adaptar o chapéu à moda moderna é essencial e, para isso, lembre-se que esse item sobressai à produção e não ser igual à ela. Hoje em dia, a função do chapéu é funcionar como um ponto de contraste no look, tanto no que diz respeito a textura e cores.

Outra dica para você que quer se adaptar a essa moda que se mantém no tempo é levar em conta o seu tipo de rosto. As pessoas mais altas ou com pescoço comprido podem apostar nos chapéus de abas largas, que combinam com o estilo "grande". O contrário também vale: se você é mais baixinha ou um pescoço curto, os chapéus de abas médias ou pequenas são mais aconselhados. No entanto, assim como tudo na moda, desde a moda de novela até a moda do rock, o que vale é como você se sente com a peça em questão. Conforto é a palavra chave.

Para esses dias quentes, os chapéus mais leves, como o panamá são os mais utilizados. Isso porque possuem uma copa, isto é a parte superior, mais larga e abas de um tamanho razoável, que são capazes de cobrir olhos e orelhas, muito afetados pelo sol nessa época do ano.

Vale lembrar que, o chapéu é um acessório eterno. De forma que não é preciso correr para comprar um que esteja "na moda" sempre que é anunciado, escolha um que melhor se adapta ao seu estilo.



terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

CLÁSSICOS DA MODA

Se no dicionário a palavra “classe” surge quase que simultaneamente com “clássico”, não parece ser mera coincidência; pelo menos não no universo da moda.


Os clássicos são eternos, não tem época ou tendência, não se sabe ao certo quando nasceram e quando terão fim, mas são reconhecidos assim que são vistos.

Se o clássico è diretamente ligado ao conceito de elegância, vestir um clássico quer transmitir a idéia de segurança, tradição e certa pitada de confiança; na dúvida, vista um clássico. As chances de errar na produção são mínimas. Clássicos combinam com outros clássicos, mas também com um pouco de irreverência, basta definir o que seu estilo próprio consegue suportar.

PANTALONAS

As mulheres começaram usar calças em torno da década de 1940, quando tiveram que trabalhar no lugar dos homens que estavam guerreando. Por não estarem acostumadas com as tais vestimentas, elas adaptaram as calças para uma modelagem mais ampla, escondendo as curvas de seu corpo, sendo elas as pantalonas.


Na década de 70 o “uniforme” foi adotado pelos hippies e hoje a pantalona volta à moda em versão mais elegante e confortável, além de possuir um corte muito bonito de se ver. Apesar de ficar famosa pelo uso das mulheres, a pantalona foi muito usada pelo astro Elvis Presley fazendo muito sucesso na época e sendo lembrado até hoje.

A pantalona compõe um look sofisicado, elegante e completamente chique.

As pantalonas mais modernas, podem ser encontradas em vários tipos de tecidos, do jeans ao mais refinado. E podem ser também super largas ou mais suaves. A cintura é alta ou no lugar. Os cintos grandes acompanham as de cintura alta e os finos a de cintura normal. Só deixe de usar as maxi se você estiver acima do peso.

Combine com blusas sequinhas para dentro da calça, jamais com blusas volumosas.

E também não use com maxi bolsas, fica muita informação junta. Nos pés sandálias mais pesadas ou ainda o velho e bom scarpin, o salto vai ajudar a alongar a silueta, porém, se você for alta use com uma rasteira, vai ficar ótimo.


Dicas de como usar uma calça pantalona:

* Deve evitar calça pantalona jeans quem tem quadris largos ou culotes.

* Já as pantalonas de tecidos leves costumam alongar e disfarçar os quadris.

* Combine com blusas de tecidos leves.

* Ficam perfeitas usadas com blusas por dentro da calça.

* Esqueça blusas volumosas.

* As pantalonas só combinam com bolsas pequenas ou carteira.

* Quanto mais larga a boca da pantalona, mais grosso deve ser o salto do calçado.


CAMISA PÓLO

A camisa pólo teve sua origem em 1933, quando o famoso tenista René Lacoste se aposentou das quadras e lançou uma camisa branca, de mangas curtas, com gola e fechada no pescoço por dois ou três botões.


Virou um sucesso e rapidamente foi incorporada ao guarda-roupa masculino do lazer. Sendo esquecida uma época, ela voltou com força total nos anos 90, e agora revisitada por vários estilistas, que dentro do mesmo padrão, ganhou muitas cores, estampas e bordados. Caiu tanto no gosto dos homens, que hoje em dia deixou de ser uniforme para se consagrar como tendência.

A camisa pólo é um estilo casual no qual deixa o homem ou a mulher bem vestidos, seja em diversas ocasiões. Antes vista como uma peça clássica, agora ela tem status de ícone fashion no vestuário. A versatilidade da camisa pólo, é o que faz o diferencial desta peça, podendo ser usada no ambiente de trabalho, clube e festas. Combina facilmente com sapato ou tênis; bermuda ou calça.

São peças consideradas quebra-galho obrigatório em um guarda-roupa. O tamanho deve ser escolhido de acordo com a sua silhueta. Por ser básica, as modelagens justas e largas permanecem na moda. São confortáveis e elegantes, e fácil de manter o bom aspecto da peça. Veste bem embaixo de casacos e blazers, sem criar volume.


CAMISA BRANCA

Do trabalho à balada, a camisa branca é garantia de um visual elegante!


As camisas brancas foram incorporadas ao vestuário de homens e mulheres ainda na época do Egito Antigo. Desde aquele tempo, já foram usadas como uniformes de escravos e também serviram como roupas de dormir. Em outros períodos, simbolizaram status e até viraram trajes de guerra.

Passados os séculos, as mulheres aderiram à moda. Virou um charme essencial. A camisa branca é uma das peças mais versáteis que a mulher pode ter no guarda-roupa: combina com todo mundo, nunca sai de moda, pode ser usada com jeans, e até bermuda. A camisa branca é o ponto alto da elegância em todas as ocasiões.

De algodão, seda ou linho, usada durante o dia, com jeans, ou à noite, com uma saia preta. A camisa branca é despretensiosa, fresca e naturalmente refinada.

Uma das primeiras mulheres a reconhecer o atrativo da camisa simples, branca, de estilo colegial foi Coco Chanel. Provavelmente, foi a simplicidade, tão diferente do que as outras mulheres usavam, que a atraiu, porque Chanel sempre lutou para se manter única. E ela estava longe do ideal de beleza da belle époque, por ser magra e morena, em vez de roliça e rosada, e os estilos “bolo de noiva” da época não lhe assentavam bem.

Chanel percebeu que ficava melhor com roupas simples, inspiradas no guarda-roupa masculino, e era inteligente o suficiente para explorar sua descoberta. Quando outras mulheres viram o quanto essas roupas radicalmente despojadas eram atraentes, elas também quiseram usá-las.

Combinada com os costumes simplificados dos anos de guerra, a camisa branca simples tornou-se uma marca registrada do novo modo de vestir.

— A camisa branca é associada a profissionalismo, personalidade marcante e segurança, atributos necessários para o jogo do poder — define Dinah Bueno, no seu livro Por dentro da moda — Definições e experiências. A modelagem simples e plana dessa peça tipicamente masculina conquistou as mulheres. A camisa branca se tornou indispensável e parceira em looks que vão desde o formal para o trabalho até o descontraído para uma festa.



As modelagens variam. Têm as de corte simples, as que ganham mangas bufantes ou babados em golas e punhos. Qualquer que seja, o resultado é sempre uma produção impecável e chique.



JEANS

A história da fantástica aventura do jeans começou em Nimes, na França, onde foi fabricado pela, primeira vez. No entanto, foi a indústria têxtil de Maryland, na Nova Inglaterra, que popularizou, em 1792, o uso desse tecido de algodão sarjado, que chamaram de denim por ser fabricado com as mesmas características do pano que se fazia em Nimes. Por ser um tecido q ue não merecia grandes cuidados e era durável, no início ele era destinado a roupas para o trabalho no campo e também para os mineiros de ouro na Califórnia. O jeans só se tornaria mais macio muito tempo depois, quando começou a ser lavado com pedras antes de ser posto à venda.

Esse jeans mais macio era produzido por um alfaiate da Califórnia, que fazia calças para mineiros, e que, mais tarde, se associou à Levi-Strauss. Utilizava-se o tecido, vindo de Maryland, e geralmente na cor marrom, para cobrir carroças. Quando a venda de tecido para essa finalidade caiu, ele passou a ser utilizado na fabricação de calças, em uma modelagem resistente e própria para o trabalho das minas. Depois, ao ser vendido em larga escala, o jeans (já tingido de azul - na verdade um tom verde, que com o tempo e a luz, ainda na tecelagem, vai se transformando no indigo blue) se tornaria o elemento principal de uma verdadeira revolução no modo de vestir.

Pode-se dizer que as atuais calças em jeans têm o mesmo estilo daquelas que fizeram sucesso com os mineiros, depois com todos os trabalhadores americanos, e, mais tarde, com os hippies, que as utilizaram como símbolo de rebeldia contra as roupas convencionais. Assim, o jeans tornou-se um tipo de moda nascida não pela imaginação dos estilistas, vinda de cima para baixo, mas de baixo para cima, acabando por tonar-se um clássico da roupa.

Ele tornou-se um fenômeno bastante singular. Usado em todos os continentes por trabalhadores do campo e da cidade, foi adotado tanto pelos ricos quanto pelos pobres, curiosamente sempre conservando as características originais das primeiras calças feitas por Levi-Strauss. Popularizado no cinema por astros como Marlon Brando e James Dean, o jeans passou a ser o símbolo de toda a geração que ligava rebeldia à liberdade (ou comodidade).

No início, foram os jovens que o usaram com entusiasmo, fugindo das roupas convencionais, na década de 40. Estes, quando adultos, nos anos 50, adotaram o jeans também como estilo casual, usando-o com camisa social, gravata e blazer. Verdadeira origem do estilo casual, as roupas de jeans aguçaram a criatividade e determinaram uma maneira de vestir.

Trata-se de um caso único na história da roupa - um artigo que se tornou popularíssimo, mas que também pode ser usado por gente bem-vestida, e que ganhou incrível versatilidade. O jeans pode ser adequado tanto para um jogo de futebol quanto para uma festa; em ambos os casos, dependendo da combinação do conjunto de peças, pode-se estar elegante. Vai bem com uma simples camiseta branca, num estilo mais descontraído, e casa igualmente bem com um blazer, numa versão elegante da esportividade. Manter um jeans no armário, em uma de suas várias formas - calças, camisas, jaquetas e até coletes - é sempre recomendável e fundamental no guarda roupa de qualquer pessoa.


VESTIDINHO PRETO

Pretinho básico é símbolo de sofisticação

O “pretinho básico” foi criação da estilista francesa Gabrielle Bonheur Chanel, mais tarde consagrada e reconhecida como Coco Chanel. Criado em 1926, o ‘best seller da moda’ passou quase despercebido até a segunda grande guerra. Em 1947, foi ressuscitado por Christian Dior e, mais tarde, graças ao francês Hubert Givenchy, o modelito ficaria eternizado ao ser usado por Audrey Hepburn, em ‘Bonequinha de Luxo’, na década de 1960. Tornado imortal, o pretinho básico ganha o mundo e vem para conquistar o público feminino definitivamente.


O vestido preto é básico por combinar com tudo, e com todas as ocasiões. Além do fundamental, a cor preta emagrece tornando a silhueta mais elegante. Que mulher não se apaixonaria? O sucesso parece não ter fim. Usado durante o dia com sandálias baixas ou, à noite, combinado com jóias e salto, com um pretinho básico toda mulher estará sempre muito bem vestida e elegante.

Após esta guinada inicial, a evolução se dá por conta dos tecidos e cortes cada vez mais modernos, tornando o pretinho básico uma opção cada vez mas versátil a cada década.

O que será que faz do preto uma cor tão deslumbrante e atraente que tem arrastado gerações de mulheres para o “pretinho básico”, expressão que entrou em nosso léxico cultural, onde é só dizer e todo mundo sabe a que se refere: um vestido simples o suficiente para aparecer sem esforço, mas elegante o bastante para que a mulher que usa fique marcada como uma pessoa de bom gosto.

Por que será que o mundo da moda adora o preto? Pelos mesmos motivos que fazem do preto um grande suporte: é delicado, elegante, prático, atraente, misterioso e seguramente chique.

Para montar combinações diferentes, basta apenas um pouco de criatividade e disposição. Para qualquer ocasião, um "pretinho básico" vai bem. A peça é curinga. Durante o dia, por exemplo, use "pretinhos básicos" com carinha de "o mais discreto possível." Escolha, de preferência, os vestidos com fios naturais. Um pretinho básico de linho ou algodão, por exemplo, fica lindo com sapatilhas, que formam uma dupla elegante. Sem erro.

Os acessórios devem seguir a regra do quanto menos, melhor. Aposte na elegância. Um bom relógio no pulso e uma bolsa a tiracolo complementam a produção.

Para as moderninhas, um bom par de tênis e um casaquinho colorido. Simples assim.

A noite pede brilho e exuberância sempre. A mulher fica sexy e correta. Com broches ou flores, ela ganha romantismo e sofisticação. Em qualquer opção, porém, o segredo é ousar. E reinventar...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

TRENDS INVERNO 2011

Como já era de se esperar, o Fashion Rio que aconteceu na semana passada, anunciou tendências para o inverno 2011! As saias e vestidos longos por exemplo, apareceram em quase todos os desfiles. Na paleta de cores, os tons neutros como caramelo, bege e cinza foram predominantes.




• COMPRIMENTO MÁXI EM SAIAS E VESTIDOS

Onde apareceu: Printing, British Colony, Totem, Walter Rodrigues, Cantão, Maria Bonita Extra, Acquastudio, Auslander, EspaçoFashion, FilhasdeGaia, Lucas Nascimento e Oestúdio.





• PELES E PAÊTES


Onde apareceu: Alessa, Patachou, Cantão, Printing, Maria Bonita Extra, Melk Z-Da, Giulia Borges, Auslander.



• SOBREPOSIÇÕES


Onde apareceu:FilhasDeGaia, Alessa, Cantão, Têca, MariaBonitaExtra, British Colony, Lucas Nascimento e Redley.



• Também apareceram muitos tons de nude combinados com cores vivas, como vermelho, laranja, azul-royal...

• As transparências também estiveram em vários desfiles! A sensualidade foi equilibrada com peças em formas simples.